
agrupamento independente de pesquisa cênica
Composto atualmente pelos artistas pesquisadores Clóvis Domingos, Flávia Fantini, Frederico Caiafa, Idelino Junior, Joyce Malta, Lissandra Guimarães, Matheus Silva, Nina Caetano, Paulo Maffei, Sabrina Batista Andrade e Wagner Alves de Souza, o Obscena funciona como uma rede colaborativa de criação e investigação teórico-prática sobre a cena contemporânea que visa instigar a troca, a provocação e a experimentação artísticas. Também participam dessa rede colaborativa obscênica os artistas Admar Fernandes, Clarissa Alcantara, Erica Vilhena, Leandro Acácio, Nildo Monteiro, Sabrina Biê e Saulo Salomão.
São eixos norteadores do agrupamento independente de pesquisa cênica, o work in process, os procedimentos de ocupação/intervenção em espaços públicos e urbanos e os procedimentos de corpo-instalação, além da investigação de uma ação não representacional a partir do estudo da performatividade e do pensamento obra de artistas como Artur Barrio, Hélio Oiticica e Lygia Clark.
Atualmente, o Obscena desenvolve o projeto Corpos Estranhos: espaços de resistência, que propõe tanto trocas virtuais e experimentação de práticas artísticas junto a outros coletivos de arte, como ainda a investigação teórica e prática de experimentos performativos no corpo da cidade. Os encontros coletivos se dão às quintas-feiras, de 15 às 19 horas, na Gruta! espaço cultural gerido pelo coletivo Casa de Passagem.
A criação deste espaço virtual possibilita divulgar a produção teórico-prática dos artistas pesquisadores, assim como fomentar discussões sobre a criação teatral contemporânea e a expansão da rede colaborativa obscênica por meio de trocas com outros artistas, órgãos e movimentos sociais de interesse.
sexta-feira, dezembro 19, 2014
Salve 07 anos do OBSCENA
segunda-feira, dezembro 08, 2014
cadeiras e passarinhos
posto aqui uma edição de cadeiras com a música de Andrew Bird.
em uma linda quinta-feira de 2012
no youtube
no vimeo
sexta-feira, novembro 28, 2014
PRECISO
domingo, novembro 23, 2014
É permitido criar cartazes - SONORIDADES
- "É proibido calar catarses" - responde o artista na rua.
- "É permitido criar cartazes" - inventa/cria um desejo obsceno.
Obscena e danças urbanas
A reportagem sobre danças, que inclui ações do obscena, foi publicada no jornal Pampulha (Belo Horizonte) desta semana e pode ser lida na íntegra neste link:
http://www.otempo.com.br/
quinta-feira, novembro 06, 2014
Cidade Feiticeira em noite das bruxas
Cidade Feiticeira (poema final).
sábado, outubro 04, 2014
Nessa cidade tinha uma praça
nosso direito de cidadão!
quarta-feira, setembro 24, 2014
Jogo dos sete erros: Apontamentos perfográficos a partir de “Geografia Inútil” do ERRO grupo
segunda-feira, setembro 22, 2014
Entre o ouro e o preto, eu quero a nuvem
segunda-feira, setembro 15, 2014
Cena dissidente e estridente: SONORIDADES OBSCÊNICAS em Ouro Preto.
sábado, agosto 23, 2014
Arte e Emergência
domingo, agosto 10, 2014
conduza-me

juntamos o conduza-me no "mapeamento" proposto pela flávia fantini - e que a gente vem realizando desde fevereiro - a partir do jogo de dados. na verdade, é bem o contrário. a proposta é o jogo de dados e a performance, sendo o mapa uma espécie de tabuleiro para o jogo: estamos trabalhando com um mapa das estações de metrô de bh. sobre ele, lança-se os dados e anda-se a partir da estação do horto (onde estamos) para uma direção qualquer, a quantidade de casas que corresponder ao número dos dados somados. nesta estação "escolhida" e arredores, performamos.
em geral já começamos a trabalhar ainda na gruta e dela já avançamos, a performar pelo caminho, até a estação alvo. pois a ideia é essa: que performemos na estação sorteada.
o que performamos? o que seria performar? é o que investigamos e experimentamos a cada vez que fazemos. é essa cartografia que estamos desenhando. para isso, a cada vez, um dos performers pesquisadores do obscena propõe um eixo para a ação: desenha um programa de ação, uma proposta.

eu acompanhei essa primeira etapa, de ida para a estação minas shopping. aproveitei para registrar alguns momentos.
depois, na volta, eu me vendei e fui conduzida por leandro. queria muito narrar o que experimentei. minhas impressões. pois foram tantas e tão fortes. mas, é estranho...
está sendo difícil - até quando vou comentar com outra pessoa o que vivenciamos, tem sido difícil narrar essa experiência que foi tão forte, tão prazerosa. tão mergulhada em sensações.
tive sorte. porque meu corpo estava muito disponível. e tive uma interação muito boa com meu condutor. eu me sentia segura e ia no comando dele, sem pestanejar. e ele me deixava muito livre. me guia me soltando no espaço, traçando rotas livres, caminhadas rápidas, corridas. eu voava!
foi especialmente bom no vagão do metrô que ia vazio, agora na volta. com a velocidade do trem e o espaço, era possível dançar e girar nos braços dele e quase correr... ah!
quero mais.
segunda-feira, julho 28, 2014
maninfesto-me de falta de sentido e outros devaneios. ser ou não ser, eis a questão?
pedir a alguém para ler, criar uma mentira para aproximação, isso seria representar? representar, no caso, seria servir-se de uma maneira talvez já capturada, banal, cotidiana, de aproximar-se de outras pessoas? e se essa mentira serve de apoio a novas conexões do meu corpo, faz com que ele habite novos espaços de relação, me desloca um milímetro que seja do que é do hábito, represento? qual tempo encadeia esses momentos que, carinhosamente, chamo de cenas? "o desejo faz correr, flui e corta". o corte é matéria do próprio fluxo. a água, por exemplo, ela flui, por natureza. se parada, dá dengue, algo se produz, mesmo numa suposta inércia. ou uma correnteza forte, uma queda bruta que desemboca num riacho estreito e sereno. não há intensidade especial, há disponibilidade para lidar com os esbarramentos dos corpos e deixar-se levar por eles. ou não. como, onde, quando? não há fórmulas. intensidade espacial, corpos são espaços rodeados por espaços, respirando espaços. um livro diz que o cinza é a cor sem personalidade porque mescla o preto e o branco. corpos performam corpos.
domingo, julho 06, 2014
Carta Irmãos Lambe-Lambe: Para não te esquecer
sexta-feira, julho 04, 2014
festa dionisíaca II
terça-feira, julho 01, 2014
Sonoridades: Festa dionisíaca
domingo, junho 29, 2014
Festa como performance: por uma política da alegria
domingo, junho 22, 2014
Sonoridades vem aí de novo!!!!
sexta-feira, junho 20, 2014
remédio caseiro para dor de cabeça
domingo, junho 15, 2014
Salve, Padilha, cheia de graça!
Um grande tecido, um enorme véu vermelho traça o chão da Guaicurus, lugares de luxúria, de gozo, o espaço da mulher. A mulher padilha na cama do motel. A mulher padilha que batalha no/com o corpo o dinheiro forçoso do capital diário. A mulher padilha que é mulher cotidiano.