
agrupamento independente de pesquisa cênica
Composto atualmente pelos artistas pesquisadores Clarissa Alcantara, Clóvis Domingos, Davi Pantuzza, Erica Vilhena, Frederico Caiafa, Joyce Malta, Leandro Acácio, Lissandra Guimarães, Matheus Silva, Nina Caetano e Saulo Salomão, o Obscena funciona como uma rede colaborativa de criação e investigação teórico-prática sobre a cena contemporânea que visa instigar a troca, a provocação e a experimentação artísticas.
São eixos norteadores do agrupamento independente de pesquisa cênica, o work in process, os procedimentos de ocupação/intervenção em espaços públicos e urbanos e os procedimentos de corpo-instalação, além da investigação de uma ação não representacional a partir do estudo da performatividade e do pensamento obra dos artistas plásticos Artur Barrio, Hélio Oiticica e Lygia Clark.
Atualmente, o Obscena realiza seu projeto MULTIPLICIDADES OBSCÊNICAS: relações coletivas no corpo das univer-cidades, em parceria com o CCUFMG, dentro do projeto Cena Aberta. Como parte da residência artística, mostras processuais de compartilhamento da pesquisa são realizadas ao longo do ano. Os encontros coletivos se dão às quintas-feiras, de 14 às 18 horas, na sala 03 do CCUFMG e, nesses dias, são realizados tanto experimentos práticos de invasão no corpo da cidade, quanto discussões teóricas e práticas corporais internas ao agrupamento.
A criação deste espaço virtual possibilita divulgar a produção teórico-prática dos artistas pesquisadores, assim como fomentar discussões sobre a criação teatral contemporânea e a expansão da rede colaborativa obscênica por meio de trocas com outros artistas, órgãos e movimentos sociais de interesse.
Sábado, Dezembro 17, 2011
Ser Mãe: uma ação obscênica!

6 comentários:
Me toca acompanhar essa alegria e ter presenciado a presença linda da sua mãezinha, que como a minha, luta para estar presente, mesmo aparente ausente, em nossas vidas. Que o axé desta maturidade em nos entregar para sermos filhas, nos traga ainda mais axé para sermos mães. te amo, neguinha!muita luz!
Tenho que dizer que sempre conversamos sobre coisas engraçadas, situações em comum na família, mas ler isso tudo me encheu de orgulho... Lindo mesmo! Bj prima e fique com Deus...
Ai, q lindo, Nêga! Felicidade pra vc, pro Zacca e o bebê Obscênico! Bjs!
Arte e vida juntas sempre...em torno do feminino, do amor, dos encontros e dos desafios das relações...uma filha cuida da mãe que se transformou em filha, que belo isso!
E no imediato da vida, Erica, que devemos nos colocar, encarar e inventar! Belo relato, tua exposição emociona a todos nós. Besos!!!!
Que arrepio de vida... beatitude obscênica da vida, que brota em abundância tamanha flor na pele! Que mulher é essa que enlaça de potência o feto, por tanto amor ao afeto, dissolvida em filha-mãe, e desfaz encantada início-e-fim!? Olha só a parição de luz desse maravilhado devir!
Nega, precisei de tempo para metabolizar suas palavras na recente publicação.
É tudo de uma força muito, muito humana, percebo eu.
Está em seus olhos, sua alma, sua pele - como brilho intenso.
Linda a forma como o destino trouxe a intensidade desse momento para você!
Realmente essa relação de mãe e filho é uma das coisas que desencadeia os sentimentos mais loucos e amorosos que possam existir nesse
mundo!
Axé!
L.
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