
agrupamento independente de pesquisa cênica
Composto atualmente pelos artistas pesquisadores Clóvis Domingos, Flávia Fantini, Frederico Caiafa, Idelino Junior, Joyce Malta, Lissandra Guimarães, Matheus Silva, Nina Caetano, Paulo Maffei, Sabrina Batista Andrade e Wagner Alves de Souza, o Obscena funciona como uma rede colaborativa de criação e investigação teórico-prática sobre a cena contemporânea que visa instigar a troca, a provocação e a experimentação artísticas. Também participam dessa rede colaborativa obscênica os artistas Admar Fernandes, Clarissa Alcantara, Erica Vilhena, Leandro Acácio, Nildo Monteiro, Sabrina Biê e Saulo Salomão.
São eixos norteadores do agrupamento independente de pesquisa cênica, o work in process, os procedimentos de ocupação/intervenção em espaços públicos e urbanos e os procedimentos de corpo-instalação, além da investigação de uma ação não representacional a partir do estudo da performatividade e do pensamento obra de artistas como Artur Barrio, Hélio Oiticica e Lygia Clark.
Atualmente, o Obscena desenvolve o projeto Corpos Estranhos: espaços de resistência, que propõe tanto trocas virtuais e experimentação de práticas artísticas junto a outros coletivos de arte, como ainda a investigação teórica e prática de experimentos performativos no corpo da cidade. Os encontros coletivos se dão às quintas-feiras, de 15 às 19 horas, na Gruta! espaço cultural gerido pelo coletivo Casa de Passagem.
A criação deste espaço virtual possibilita divulgar a produção teórico-prática dos artistas pesquisadores, assim como fomentar discussões sobre a criação teatral contemporânea e a expansão da rede colaborativa obscênica por meio de trocas com outros artistas, órgãos e movimentos sociais de interesse.
terça-feira, maio 24, 2016
Série de entrevistas sobre o OBSCENA - para a tese do pesquisador Marcelo Rocco
segunda-feira, maio 16, 2016
Notas delirantes para desafogar sapos poéticos - “CAMINHO”- GRUPO SAPOS E AFOGADOS
Sonoridades em processo
sexta-feira, maio 06, 2016
Sonoridades políticas ou o político das sonoridades e performatividades?
Sonoridades do conflito. Como ser polifônico? A cidade não será isso: dissonância de vozes, práticas e usos?
Sonoridades em questão... Como escutar o outro? Como não impor o que penso? O que é mais ou menos político? O corpo? A sexualidade? A festa? O discurso? A cidade? O país? Ou tudo isso?
Sonoridades tensas e tesudas: é possível sermos politicamente corretos? O humor não é uma forma de derrisão que não poupa a nada e nem a nós mesmos? Como levar esses embates para o show? Se a gente não resolve, vamos expor isso publicamente. Não vamos resolver nada! Viva a contradição! Contradição viva? Ou morta? Ou silenciada? Ou isso eu não canto? Quem canta? Dá pra controlar o discurso da criação? Queremos aceitação ou gerar provocação?
Sonoridades ou sonoverdades? Qual será a verdade? por que não posso ser agressivo? é tudo paz e amor mesmo? Então se me batem eu viro a outra face? é show evangélico? Onde mora meu censor interno? Por que só uma versão e não várias? Eu concordo em discordar. Podemos pensar diferente? Que bom! Que tenso! Que estranho! Isso é mais ou menos político? Isso é "batido" ou ainda bate? O que é lugar comum? De que lugar eu falo? A tua reivindicação não é minha?
Sonoridades obscênicas pode ser um espaço prá muitas coisas?
" O político nunca pode ser erradicado porque consegue extrair sua força dos mais diversos empreendimentos humanos" (MOUFFE, 2015, p.11).
Que obscena mais obsceno, vibrante, vivo!!!!!!!
E na rua terminamos o ensaio, cantamos e nada solucionamos. Os conflitos e as perguntas continuam fazendo música!!!!